Posts Mentioning RSS Toggle Comment Threads | Atalhos de teclado

  • raulpereira 8:27 pm em 12 October 2008 Link Permanente | Responder  

    resenha: mesmo delivery – grampá 

    capa de Mesmo Delivery

    Com grande prazer tenho em mãos Mesmo Delivery, primeira Graphic Novel solo da carreira de Rafael Grampá, primeira de muitas, assim espero.

    R. Grampá esta na batuta desde pequeno () e este ano foi consagrado, surpreendentemente (), com o prêmio máximo dos quadrinhos, o Eisner Awards 2008 na categoria antologia (), para a revista independente chamada 5, fruto da união com Becky Coonan, Gabriel Bá, Fábio Moon e Vasilis Lolos. Possuidor de um traço extremamente detalhista e inebriante (), esta trabalhando como designer de produção para um filme baseado na Graphic Novel O Dobro de 5 de Lourenço Mutarelli, mesmo autor de O Cheiro do Ralo (ou seja, vem coisa boa por ai).

    Mesmo Delivery (MD) é basicamente um quadrinho carregado de violência, com muita referências cult, que segundo o autor, foi baseado nas obras do cineasta italiano Sérgio Leone e longa-metragens japoneses da década de 70 (fontes que Quentin Tarantino já bebeu muitas e muitas vezes), tudo permeado com momentos/experiências de sua infância.

    A narrativa tem como foco a linguagem visual, deixando os recursos textuais no limiar do essencial, o que não prejudica nada a compreensão da história. O produto gerado é rico em experimentalismo visual, muitas seqüências de quadros (à lá storyboard) e apesar da história não ser tão inovadora, o resultado final é um paradoxo de surpresas, recheadas de perguntas: “Como uma história não inovadora pode surpreender?”, “Como pode algo não inovador deixar um gosto de quero mais no final?”. MD oferece exatamente esse gosto no final, um gosto prazeroso de quero mais e um pesar de já ter acabado a viagem no mundo imaginário criado pelo autor, uma obra-prima.

    Outro ponto forte que não posso deixar de ressaltar na obra é a carga dramática que cada personagem possui na história, mesmo que esta seja narrada com poucas palavras, a momentos que somos capturados pela história e participamos do diálogo torcendo por um personagem A ou B. Este é, sem dúvida alguma, um golaço marcado pelo diálogo formado entre o leitor e o HQ através de uma leitura focada excessivamente no visual.

    Para finalizar, em entrevista recente () Grampá confirmou a venda dos direitos de MD para o produtor Rodrigo Teixeira (mesmo de O Cheiro do Ralo), prometendo ser uma adaptação que continuará com a história do quadrinho, é esperar para ver. Vida longa ao quadrinho nacional!!!! :)

    Abraço a todos … t+,
    raulpereira.

    ao som de: “Deathrider” – Anthrax

     
    • Tarso 7:05 am em 20 Outubro 2008 Link Permanente

      Salve!
      Raul, valeu pela dica.
      É realmente muito bom e surpreendente o “Mesmo Deliverey”.
      Sem contar que existem ali várias referências à própria arte de Grampá. O que só enriquece o trabalho do cara.
      Tudo bem que a violência extrema de algumas cenas chega mesmo a impressionar, mas o estranhamento é realçado, no bom sentido, pelos ângulos inexperados e imagens primorosas que o cara consegue.
      Muito bom.
      t+!

    • raulpereira 9:49 am em 20 Outubro 2008 Link Permanente

      Salve!

      Sabia que iria gostar, como
      disse: Uma obra prima!!

      t+ camarada,
      raulpereira.

    • graphicmovie 6:02 pm em 23 Outubro 2008 Link Permanente

      então cara. haha

      achei o desenho e a utilização da linguagem(em termos de narrativa) animal.
      o cara é foda. foda mesmo.

      fora que a cor e a paleta são muito boas.

      Mas a história é bem fraquinha.
      Curta demais e sem grandes surpresas.
      sei lá. achei tão obvia que não sabia se tinha entendido.

      acho que o gosto de quero mais se deve a falta de alguma coisa. Não é muito uma qualidade do quadrinho.

    • raulpereira 9:50 pm em 23 Outubro 2008 Link Permanente

      Olá graphicmovie,

      Como falou (animal), e relatei na resenha, toda a linguagem visual utilizada é de deixar o queixo cair. Desde os primeiros quadros, fica evidente pra mim que a narrativa textual não é o foco e daí vem o maior ponto positivo do quadrinho. Uma história simples, sim, com um contexto já manjado, sim, porém qual história hoje em dia já não é manjada faz tempo? Toda história que se “cria” no fundo é apenas um novo ponto de vista do que já foi dito, ponto para a revista que cumpre o seu papel de narrar o mesmo com uma bem sucedida abordagem visual.

      O “gosto de quero mais” foi proposital, procurando/lendo entrevistas de Grampá sobre o lançamento desta revista, ele relata que tinha a intenção de deixar esse sentimento no leitor, pois isso era uma das coisas que ele mais gostava de sentir em sua infância ao ler gibis.

      Valeu camarada … volte sempre!!
      raulpereira.

    • graphicmovie 11:46 am em 24 Outubro 2008 Link Permanente

      Po eu ainda consigo achar coisas interessantes, cara.
      acho que essa coisa do ponto de vista é um pouco comodismo.
      o jeito de contar a história pode muda-la completamente.

      Mas eu não entendi essa proposta dele então.
      Porque a trama da história se fecha, não tem um gancho pra depois.
      a não ser o assassinato do caminhoneiro.
      mas não sei. não é forte o bastante.
      eu acho que quem faz isso bem hoje em dia, é o Mike Mignola no Hellboy.

      de qualquer forma, eu acho que o Grampá devia trabalhar com um roteirista, pra não desperdiçar o talento visual enorme que ele tem.
      e assim, um roteirista que dê a liberdade pra ele criar a composição, os quadros , ordem e angulos etc… não um roteirista de quadrinhos. um roteirista pra dar um gás na trama.

      mas eu curti. valeu a pena comprar.

    • raulpereira 1:20 pm em 24 Outubro 2008 Link Permanente

      Graphicmovie, realmente vale muito a pena!!

      Serve como um incentivo a indústria de quadrinhos nacional, que infelizmente sobrevive a mercê de editoras caça-niqueis, verdadeiros investidores que olham apenas para o produto interno como um artefato infanto-juvenil (salvo raras exceções), alimentando-se de produto extrangeiro, apesar de existir tanto produto inexplorado em nossa terra virgem. Que esses fatos sirvam como uma lufada no estômago desta indústria, e que artistas como: R.Grampá, Fábio Moon, Gabriel Bá, Lourenço Mutarelli, Angeli, Laerte, Andre Dahmer, Galvão e tantos outros bandeirantes órfãos, tenham o seu valor reconhecido em nossa nação.

      Valeu camarada … t+,
      raulpereira.

    • salvadorcamino 10:48 pm em 13 Janeiro 2009 Link Permanente

      Te convido para o especial Sandman 20 Anos do ambrosia.com.br já que vi que curte a série tempos atrás, abs
      Camino

    • Aldo Nogueira 4:51 pm em 27 Abril 2009 Link Permanente

      Fiquei interessado. Vou catar a revista. O blog do cara é mó barato também.

      Eu li o Dobro de Cinco. Sujo, feio, muito bom.

      Abração

    • raulpereira 11:11 pm em 27 Abril 2009 Link Permanente

      Diga lá aldo,

      Eu tenho a revista, se quiser lhe empresto … ;) … essa dobro de cinco que comentou, você tem? Rola um escambo??

      raulpereira.

  • raulpereira 8:00 am em 29 June 2008 Link Permanente | Responder  

    resenha: zeitgeist – peter joseph 

    zeitgeistZeitgeist é o título de um intrigante documentário produzido por Peter Joseph, que foi lançado primeiramente na web em Jun/2007 e em Nov/2007 saiu a versão remasterizada. Vale ressaltar que todas as versões podem ser baixadas ou assistidas na internet gratuitamente, tendo inclusive versões com legenda, vide site oficial.

    O Espírito De Uma Era,  tradução literal do termo alemão que dá título ao documentário, em suma significa: “o nível de avanço intelectual e cultural do mundo em uma época”. Este termo serve de base para que Peter Joseph delineie toda a trama em cima de três partes durante 2hs de produção, são elas:

    Parte I: A Maior Estória Já Contada – aqui é exibido uma pesquisa sobre a religião versus o mundo, mostrando o ponto de partida da religião, antes mesmo de surgir o cristianismo. Fazendo ligações do cristianismo com as religiões que antecederam-no, dando um foco especial para os astros e evidenciando o fato do Sol ser na verdade o grande Deus de todas as civilizações/religiões.

    Parte II: O Mundo Inteiro É Um Palco – após o primeiro ato, o foco aqui passa a ser o fatídico 11/Set, mais um documentário que põe em dúvida todos os fatos ocorridos naquele dia, ou seja, põe em dúvida o governo dos Estados Unidos. De forma geral este trecho do documentário não apresenta nada de novo, mas a forma como é apresentado é um diferencial a parte.

    Parte III: Não Se Preocupe Com Os Homens Atrás Da Cortina – esmiuçado o 11/Set, agora o holofote é focado no sistema bancário mundial, tecendo assim toda teia que pretendia expor, ligando a religião, o 11/Set e as diversas guerras/conflitos mundiais como eventos que provocaram muitos lucros para certos homens atrás da cortina. Profetiza alguns fatos que irão acontecer com o consentimento da população em prol desses poucos que sempre estão manipulando a humanidade.

    O documentário é em alguns momentos extremamente teórico, conseqüentemente, tornasse maçante e nada atrativo, mas persista até o final, pois de alguma maneira tirará proveito de muitas assuntos apresentados, nem que seja apenas para discutir em uma roda de amigos sobre mais uma teoria da conspiração. O saldo final é positivo, recomendo que assistam, reflitam e para incentivá-los, segue logo abaixo o filme na íntegra com legenda português brasil (pt_BR).

    Abraço a todos … t+,
    raulpereira.

    ao som de: “A Small Victory” – Faith No More

    ps.: Valeu pela indicação mister aldo nogueira, []’s.

     
    • tarso 10:06 am em 2 Julho 2008 Link Permanente

      Não é que o cara atualizou aparada mesmo!?!
      heheheh
      valew aí pela dica.
      Vou dar uma conferida.
      t+!

    • raulpereira 1:15 am em 4 Julho 2008 Link Permanente

      Grande Tarso,

      Dê uma olhada sim que deve achar
      interessante … ;)

      []’s camarada … t+,
      raulpereira.

    • Crispim 1:11 am em 21 Julho 2008 Link Permanente

      Tu podia escrever mais, sabia? Adorei a dica.

    • Crispim 3:19 am em 21 Julho 2008 Link Permanente

      Terminei de ver agora o Zeitgeist… muito, muito bom. Estou baixando o torrent e vou passar pra frente! Valeu mesmo Raul, adorei a dica, manda mais, manda mais!

    • raulpereira 10:06 am em 21 Julho 2008 Link Permanente

      E ai Crispim!! Está sumido rapaz??

      Pensei que iria te ver esse final de semana, pois semana passada foi aniversário do Bozó e Tarso. Estive com quase todos os confrades, faltou sua presença. Sobre a resenha, gosto de escrever, mas não gosto da rotina da regularidade, sei que isso afasta os leitores, mas pra mim este é apenas um refúgio cibernético … (rs), vamos ver como será na próxima vez. Mas falando em dica, você podia partilhar mais as dicas que possui no meio musical, cria um blog rapaz, será só sucesso!!! … ;)

      Vlw e vê se aparece!! t+,
      raulpereira.

    • Rafa 10:42 pm em 27 Janeiro 2009 Link Permanente

      Opa…
      não acho nada maçante. E faltou fala do addendum. O zeitgeist 2, que é ainda melhor q o um e ainda propõe uma reação. Um novo zeitgeist!

    • raulpereira 11:03 pm em 27 Janeiro 2009 Link Permanente

      Olá Rafa,

      Na época que escrevi esta resenha o Zeitgeist 2 ainda não tinha sido feito, por isso não existe menção ao mesmo. E maçante, bom ai é a gosto do freguês, essa foi a minha impressão … :D .

      Obrigado pela visita … [] ’s,
      raulpereira.

  • raulpereira 7:00 am em 13 February 2007 Link Permanente | Responder  

    up and down, up and down!! 

    integrantes do Deftones

    Prelúdio

    Tudo começou no rock’n rio 3, último dia do evento, foi “paixão à primeiro ouvido”, onde tive o privilégio de escutar/ver/presenciar uma das bandas que mais curto desde então. Quando perguntam-me sobre as particularidades da banda, logo imagino todos os sabores que o rock pode oferecer de satisfatório. Vai desde o peso maciço e agressivo até o melódico, uma mistura composta pelos seguintes ingredientes: uma guitarra (Stephen Carpenter) com grande influência metal, uma bateria (Abe Cunningham) e baixo (Chi Cheng) com forte tendência hip hop, mixagens/sumpler/keyboard (Frank Delgado) que traz elementos eletrônicos à fórmula e por fim, para dar liga, o vocal preciso/suave/esquizofrênico de Chino Moreno. Devo, é claro, enfatizar que o dia em si (show do rock’n rio) não ajudou a banda/público, fruto da histórica e péssima organização da programação do evento, não somente tive a sensação mas foi claro e evidente que fui umas das raras pessoas que estavam ali curtindo o show.

    O tempo passou e a banda sofreu fortes turbulências, quase ocasionando o fim ou a volta sem a presença do vocalista (seria como o retorno do gun’s sem Slash, ou rage sem Zack), que me fizeram perder a crença de que um dia iria poder vê-los novamente com ouvidos “desvirginados”, calejados e aguçados para notar as sutilezas sonoras produzidas por eles. Até que surgi, em meados de dezembro de 2006, o inesperado anúncio:

    “Deftones: Apresentação no Brasil em Fevereiro”

    imagem da cidade de São Paulo

    Turnê “Saturday Nigth Wrist” – 10.02.07/22h – Via Funchal – SP

    Os meses correram e tudo foi tomando forma, aos troncos e barrancos, primeiro estava tomado por uma euforia incontrolável, depois o desejo de partilhar a notícia, depois querer ter o ingresso o quanto antes, mesmo sem saber se poderia ir realmente ou não, sozinho ou acompanhado e foi dessa maneira, em meio a vários contratempos, que toda a malha foi sendo tecida. É claro que parte de tudo isso somente aconteceu por causa de dois amigos, Thiago e Bruno, que resolveram partilhar essa aventura rumo ao desconhecido.

    imagem do show do Deftones

    Desconhecida na verdade, desconhecida cidade de São Paulo, que de maneira bem discreta conhecemos parte de seus hábitos, sabores e tudo mais. Eu particularmente tive a nítida sensação de estar na Gotham City dos quadrinhos, uma cidade fria e cinza, com pessoas frias e cinzas, pessoas que cultivam mais a cultura, possivelmente porque não provê de muita beleza natural como no Rio (será que isso vai durar muito tempo?!), conhecemos alguns bairros, localidades, o sistema de transporte e a segurança (toda infraestrutura da um banho no Rio).

    imagem do show do Deftones

    Tudo, obviamente, foi feito com a cabeça em um único espaço/tempo, que não pode ser descrito em muitas palavras, não para um fã, que ficou muito emocionado ao escutar as primeiras microfonias/timbres/tons de uma canção ainda não identificada que estaria por vir. Tenho certeza que meus confrades tiveram uma emoção bem próxima, senão foi igual ou maior, pois o sorriso estava estampado no rosto a todo instante, acompanhando uma platéia basicamente composta de fãs enlouquecidos e sedentos, cantando tudo em um sonoro coro, palmas, palmas, muitas palmas!! Pogo, pogo, muitas rodas de pogo, enormes rodas de pogo!! Saudava, reverenciava, curtia o bom e velho, mas nada desatualizado, DEFTONES, que nos presenteou com um setlist matador.

    imagem do show do Deftones

    Segue abaixo um trecho do show (root, executada no primeiro bis), de um show que durou aproximadamente 1 hora e 45 minutos de muita alegria, satisfação e subseqüente saudade.

    []’s a todos (Thiago e Bruno, agora é INCUBUS!!) … t+,
    raulpereira.

    ao som de: “Light My Fire” – The Doors

     
    • Thiago 10:33 am em 13 Fevereiro 2007 Link Permanente

      Depois de ter nascido foi a melhor coisa que aconteceu na vida!

      Estou bem lúcido neste momento falando isso!!!!

    • tarso 10:44 am em 13 Fevereiro 2007 Link Permanente

      Fodaço!
      Vocês terem ido, o show (acredito) e o post!
      Maneirão!
      Fico sinceramente feliz por vocês.
      t+!

    • raulpereira 8:15 pm em 13 Fevereiro 2007 Link Permanente

      E ai pessoALL, blz?

      Grande Thiago, deixa de ser exagerado rapa!! Mas o pior que eu acredito que você esteja sentido realmente isso … (rs), eu particularmente creio que tenha sido uma das melhores coisas que já fiz, com certeza será uma história muito relembrada em diversos momentos que estão por vir.

      Tarso, tudo foi maravilhoso mesmo, sem tirar nem por, uma pena que não pode ir, só iria somar na aventura, mas sempre haverá novas oportunidades e eu espero estar a bordo de uma futura caravela onde toda a confraria esteja presente, iria ser muito foda!!

      []’s a todos,
      raulpereira.

    • Bruno 8:35 pm em 13 Fevereiro 2007 Link Permanente

      “This town don´t feel mine…”

      “Cause back in school
      We are the leaders of it all…”

      foda !!!

      nada além disso

      a viagem valeu e mto apena

      pra ficar na memória

    • raulpereira 8:30 am em 14 Fevereiro 2007 Link Permanente

      É isso ai Bruno!! Foda!!

      “[...] Yeeeeeeeeeeeeah, yeeeeeeeeah, so poor, I will fly”

      t+ camarada,
      raulpereira.

    • gLaU 8:24 am em 2 Março 2007 Link Permanente

      Fala ae raulpereira!

      Tarso me apresentou os caras…É! Eu gostei…
      Mas sabe como é né?!
      Talvez me sinta “tão” entusiasmada quanto você, com os primeiros Cds de “lost”…[hahahaha]…ainda posso mudar!
      [rs]

      Enfim, andei sumida, mas li os últimos posts, e comentarios…e todo aquele debate do “concordo e discordo”…isso é bom!!!

      Enfim o ano começa! E eu, como sempre, desejando que meu dia tenha mais de 24hs!!! [que sonho]

      É isso então Raul?!
      A melhor época do ano se foi [carnaval], não poderiam ser 3X ao ano?! [exagero total]

      Inté mais Ler Camarada!

    • raulpereira 10:22 am em 18 Março 2007 Link Permanente

      Fala gLaU, blz?

      É isso ai menina, tava sumidaço daqui do blog também. Realmente debates são sempre bons e concordo com vc sobre o tempo, seria muito bom se o meu físico resistisse ficar mais de 24h acordado e conseguir fazer tudo que almejo fazer em tempo hábil, sem precisar fazer escolhas.

      Sobre “lost”, sei la tem q ir vendo, na verdade eu to gostando muito (trama inteligente), mas TV definitivamente é um aparelho que não consegue me hipnotizar por muito tempo … (rs). E carnaval?? Bom, agora é aguardar o próximo feriadão … ;)

      Vlw menina … volte sempre,
      raulpereira.

    • gLaU 2:06 am em 25 Março 2007 Link Permanente

      Ouuu!!!

      Que venha o próximo feriadão!!!

      Tá pensando que sou a fanfarrona MOR né?!
      [é por aí...]

      Mal vejo TV tbm!!! Salvo, filmes!

      Beijos Raul…até mais!

    • raulpereira 9:30 am em 25 Março 2007 Link Permanente

      É isso ai gLaU,

      Próximo feriadão!! Semana Santa (amém!!) está chegando pra dar alívio a nossa mente, nosso corpo, ainda bem.

      “Tá pensando que sou fanfarrona” (?!), não estou pensando nada não (rs). TV, só desenho atualmente e olhe lá, também tem que garimpar, a falta de criatividade é absoluta, somente lixo visual-informativo.

      Vlw menina … []’s,
      raulpereira.

    • gLaU 4:43 pm em 30 Março 2007 Link Permanente

      Cordel, dia 13.04!

      uuhuL!

      Desenho?! Que desenho vc vê!?

      Bjo e Inté mais Ler!

    • raulpereira 11:33 pm em 26 Abril 2007 Link Permanente

      Fala gLaU,

      Na correria ultimamente, sem tempo algum de cuidar desse blog … :/ … q desenhos eu gosto? hum, aqueles idiotas q não me fazem pensar, estilo johnny bravo/bob esponja (rs), mas falando de alguns que ainda continuam com uma qualidade regular, simpsons, mas já não é o mesmo faz tempo. Saindo de TV e falando de longa/curtas, eu gosto MUITO de curtas, pena que tem pouco acervo (locadora) e pra assistir mesmo (legalmente pelo menos) aqui só no anima mundi que temos acesso por um preço amigável. Mas youtube ta ai pra diminuir um pouco essas fronteiras … ;)

      É isso … t+,
      raulpereira.

  • raulpereira 8:13 am em 7 August 2006 Link Permanente | Responder  

    resenha: dante xxi – sepultura 

    Lançado em março na Europa e EUA, somente agora em junho o último álbum de estúdio do Sepultura, 11° na carreira, chega oficialmente ao Brasil com a repercussão de ser o trabalho mais pesado da formação composta pelo vocal de Derrick Green, mais a “surpresa” que este álbum provavelmente será o último que contará com a participação do batera Igor Cavaleira, isso porque ele saiu da banda um dia antes do lançamento em terras tupiniquins, conseqüentemente será um desfalque de peso para os próximos trabalhos que o Sepultura venha realizar.

    “Mas e o que dizer deste cd??”

    Dante XXI foi concebido a partir da obra literária A Divina Comédia do italiano Dante Alighieri e tal como o livro, o disco possui a visão da banda sobre as três odisséias narradas pelo autor, são elas: inferno, purgatório e paraíso. Mas até ai nada de novo como já foi muito discutido, falado e informado em outras notícias espalhadas pela internet: aqui, aqui, aqui, …, aqui.

    A partir deste contexto e escutando algumas vezes o cd, notamos que o disco é dividido respeitando as três odisséias e começa ao melhor estilo Sepultura, com muito peso, peso e mais PESO (que beleza!!), ou seria inferno ?! (rs) e gradativamente vai diluindo toda agressividade e fúria, onde é latente a excepcional e criativa bateria de Igor e guitarra de Andreas, até chegar na canção Still Flame que remete ao paraíso de Dante, usando e abusando de instrumentos orquestrados (cordas, trompa e etc), que por sinal é utilizada na medida certa, oferecendo uma nova experiência músical para a banda. Diante disso meu saldo final:

    “Um ÓTIMO cd!!
    Pode comprar sem medo de ser feliz … :)

    Mas admito que não é digerido facilmente, as primeiras vezes que escutei confesso não ter achado nada demais ou inovador, porém aos poucos canções como Convicted In Life, City Of Dis (minha predileta), False, Ostia e Nuclear Seven vão grudando em nossos ouvidos como um chiclete pegajoso, até que percebemos estar totalmente envolvido por mais um belo disco conceitual criado por eles.

    “Vida longa ao Sepultura!!!”

    É isso pessoal, por hora é só, mas logo, logo vou escrever algo mais sobre o primeiro show do Sepultura com o novo baterista Jean Dolabella (parece nome de artísta de novela … rs), que aconteceu anteontem no Circo Voador, aguardem … t+

    ao som de: “False” – Sepultura

     
    • tarso 10:32 pm em 7 Agosto 2006 Link Permanente

      Cara, foi mal no sábado.
      Deu tudo errado! O show do Rubão atrasou demais, paramos pra comer e esquecemos da hora e o show do Sepultura não atrasou!
      Foi mal mesmo. Tú nem ia mais no show, eu te chamei e não fui!
      Mas demos muito mole…Mais uma vez, foi mal.
      Quanto ao “Dante XXI”: Fodaço!!
      Um dos melhores com o Derek, sem sombra de dúvida.
      Apesar de o Igor estar matador com sempre, esse disco é do Andreas! Só riff animal! Acho até que é por isso que ele tá fazendo tanta questão de divulgar o álbum: quando o cara acerta a mão, neguinho decide pular fora do barco? Sacanagem…
      O negão também tá mandando muito no vocal sinistro.
      E o uso dos metais e cordas só acrescentou ao som da banda.
      Um puta disco de uma puta banda.
      Vida longa! A todos eles. Os caras merecem.
      Valew!
      E o show? Foi bom?
      t+!

    • raulpereira 12:24 pm em 13 Agosto 2006 Link Permanente

      Opa!! E ai tarso blz?

      Primeiramente, queria dizer que o corre-corre dessa semana acabou deixando-me distante do blog e conseqüentemente não respondi antes por tal fato, blz??

      Pra começar, sem desculpas camarada!! … SEM GRILO!! … pelo contrário, senão fosse você ter ligado eu concerteza não teria me animado pra ir no show, antes de ligar eu estava em um dilema: “ir ou não ir és a questão?”. Acabou que sua ligação funcionou feito um estopin, deixei de lado o cansaço, preguiça, extresse e principalmente as péssimas lembranças que tenho de voltar do centro tarde da noite de busão, abre aspas:

      “taquara é longe de tudo, apesar de amar o lugar que moro, é nessas horas que sinto falta de um sistema de transporte decente na nossa região … MONOPÓLIO MALDITO!!!”

      Resumindo, consegui arranjar um carro emprestado e lá no circo encontrei com meu amigo aldo, grande companhia, que por sinal ficou feito uma encarnação do mal a semana toda que antecedeu o show me atentando: “showzão bora!!! showzão bora!! bora!! … bora!!” e depois do show continuou: “Muleque!! Já pensou se tu perdesse esse show?? ia te azucrinar muito!!! Tem noção??” … (rs). Enfim, valeu a todos, inclusive ao Leão que tava animadão pra ir, mas infelizmente não deu dessa vez mas terão próximos … ;) .

      Bom, eu ia escrever a respeito do show como descrevi no post acima, porém meu amigo aldo “metal” nogueira (o cara denovo) escreveu a respeito do show e ao ler parecia até que tinha escrito, é claro tirando algumas peculiaridades afinal não tenho, por exemplo, o cabelo ao estilo Maria Bethânia … (rs). Para ler a respeito do show visitem aqui e aqui, complementei o post dele com minhas opiniões pessoais no comentário dos posts e novamente:

      “Vida longa ao Sepultura!!!”

      Sobre o disco você acrescentou muito bem o que escrevi e de fato os riffs do Andreas estam animais, que por sinal era o cara mais animado no show, mandando introdução de ozzy algumas vezes, chamando o público, enfim, SHOWZÃO!!

      É isso camarada,
      []’s t+.

    • Juliano Pereira 10:31 am em 14 Agosto 2006 Link Permanente

      Raul, grande cara!!! esse cd é simplesmente foda e o Igor deixou uma pedreira para esse novo batera… ñ gostaria de estar no lugar dele, e o que dizer do Andreas… cruzes!!! o cara ta muito puto, acho que ele está descontando tudo que teve que tocar com o Junior, hehehe O DISCO É FODA D+!!!! e só pra lembrar tem SLAYER!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    • raulpereira 10:43 pm em 14 Agosto 2006 Link Permanente

      Fala bozó, realmente esta muito bom o cd novo, vamos aguardar para ver como serão os próximos. Agora sobre o slayer, tu agora vai né rapa???? So quero ver!!! … (?!)

  • raulpereira 8:20 am em 31 July 2006 Link Permanente | Responder  

    universo particular 

    universo particularApós 6 longos anos sem lançar nenhum trabalho solo, Marisa Monte agitou o mercado fonográfico em meados de março deste ano com o lançamento de dois álbuns simultaneamente: “Infinito Particular” e “Universo Ao Meu Redor”.

    Sob críticas positivas e negativas, mais o polêmico DRM, um sistema anti-cópia que estes cds instalam no micro do usuário sem pedir permissão (saiba mais aqui e aqui), em termos estatísticos o que podemos dizer é que juntos já venderam 600 mil cópias.

    Dado esse cenário eis que surge sua nova turnê, cujo o nome é homônimo ao título deste post, Universo Particular, que é composto basicamente pelas novas canções, mais sucessos de sua carreira, incluindo algumas músicas da fase tribalista.

    “que por sinal, bem que podia ser esquecida … (rs)
    salvando algumas raras canções”

    A produção é tão boa quanto o de sua última turnê para o álbum “Memórias, Crônicas e Declarações de Amor”, o grande diferencial fica no ambiente mais acolhedor e intimista, fazendo o público embarcar em uma verdadeira viagem ao som de belos arranjos de cordas, vocal e uma suave percurssão ao fundo. O palco novamente é um show a parte, com muita movimentação, luzes, efeitos, tudo muito bem feito, bem acabado, produzido, bonito mesmo e como diria uma pessoa da platéia que estava bem próximo:

    Que coisa liiiiinda!! liiiiinda!!!

    Ponto forte do show foram os “sambinhas”, puro samba de raiz, bem gostoso e caloroso de escutar, que marcou presença em boa parte do show. Mas também existiu pontos fracos: uma música que parecia muito com as canções da disney (dama e vagabundo, sei lá, não sei o nome da mesma), teve uma outra música que foi composta com participação do Seu Jorge (tinha que ser!!), fraquinha, fraquinha e por fim, as canções da fase tribalista, onde apenas uma se salvava, o resto eu particularmente acho um saco, principalmente a “Já Sei Namorar”.

    “eca!!”

    No geral foram (?!) noites memoráveis e agradabilíssimas, isso mesmo, foram!! Afinal eu acabei indo duas vezes ao show e em ambas com a presença constante de minha amada e na segunda noite tivemos a companhia de um casal muito especial, mister Fabrício e Bianca. Deixo aqui minha gratidão pelas belas companhias, mais que especiais.

    Enfim, tirando o deplorável fato do cd estar instalando um malware no micro, diria até que Marisa Monte estaria na minha lista dos artistas no qual nutriria grande admiração, fiquei realmente muito decepcionado com esta realidade. Outro fato que gostaria de ressaltar é que todas as brincadeiras que surgiram no primeiro show e que soaram ser improvíso, não foram!! Pois aconteceram no segundo show quase como uma cena de novela, mas esse já é um fato, normal, afinal todo show é o melhor show do cantor, já repararam?? … ;) … Mas enfim, nada disso retira o fato dela mandar muito bem no seu ofício, dou minha mão a palmatória e apesar de tudo:

    “vida longa à Marisa e que venham novos belos trabalhos pela frente e espero, é claro, que venham sem DRM

    []’s a todos.

    ao som de: “Nimrods Son” – Pixies

     
    • Aldo Nogueira 11:31 am em 31 Julho 2006 Link Permanente

      A foto tá engraçadona. Quanto ao DRM, eu boicoto essa mulé. Não ouço, não compro nem pirata, não vou a show. Deixei de gostar até dos discos antigos. Cuspo no chão ao ouvir o nome dela.

      Quanto ao repeteco das espontaneidades, isso aconteceu com o Pearl Jam também. Elaine foi no show do Rio e depois vimos pela tv o show de São Paulo. Ela me contou um momento muito emocionante que alguém taca a bandeira do Brasil no palco e o Eddie pega e ele fala algumas coisas, sei lá. Repetiu-se identicamente em SP. É teatro, rapá! Que nem luta livre. Tudo ensaiado.

      Sobre o “Que coisa linda!”, pode falar, Raul. Você mesmo gritou isso e ficou com vergonha de contar. :)

    • raulpereira 2:39 pm em 1 Agosto 2006 Link Permanente

      Já esperava seu comentário a respeito do DRM camarada e não julgo estar errado, eu particularmente somente não tomo a mesma atitude porque gosto muito do trabalho dela, como falei no post, foi de fato uma decepção quando fiquei sabendo desse acontecimento, que por sinal foi vc mesmo que me apresentou camarada, estou ainda em estado de “letargia-neural-generalizada”.

      Somente gostaria de entender o que passa na cabeça de um artísta quando aceita fazer parte de um lixo desses, acredito que não vale a pena, tanto não vale, que mesmo nos tempos de hoje, onde trocar arquivos de música na web é comum apesar de ser tachado como algo proíbido pela indústria e meios legais. O cenário que descrevi no post mostra que ela mesmo assim vende uma barbaridade de CDs, por isso pergunto: “pra que se queimar a toa?”, ainda mais sabendo que isso não vai fazer com que a “pirataria” seja inibida. Novamente, acredito friamente que seja somente uma jogada de marketing, olha os feudos ai!!

      A respeito dos repetecos, concordo plenamente sobre tudo que descreveu, realmente é tudo teatral, los hermanos, pearl jam e tantos outros, o que não invalida o artista, pelo menos para mim. E por fim, sobre o “Que coisa linda!” (rs), po cara NÃO ESPALHA!!! … ;)

      []’s aldo “metal” nogueira,
      vlw.

    • gLaU 11:14 pm em 1 Agosto 2006 Link Permanente

      Gosto muito do trabalho dela, enão julgo o DRM errado, o problema e que Cultura no Brasil, é caro, eu tenho os dois CDs, ainda tenho os Dvs do Barulhinho bom…não me recordo quanto gastei para ter acesso, mas foi caro!!!
      Bom, não fui ao show, tava viajando, mas foi só por isso!!!
      E quanto as “brincadeirinhas”, pra mim não é novidade!!!
      Sou maisfãimpossível de Los Hermanos e já superei esse lance, de todo show ser o melhor show, eles sempre fazem “brincadeirinhas”, e essas são repetidas…sempre…só quando uma corda arrebenta ou coisa e tal e que a parada é imporvisada mesmo!!!
      Bem, é isso!
      Inté mais ler…

    • tarso 8:12 am em 2 Agosto 2006 Link Permanente

      Raul, isso que você e o Aldo vêem como algo extremamente ruim, encaro como só mais uma parte do que é ser artista por uma grande gravadora. Junto com o DRM, vem jabá, vem entrevistas forçadas a tudo e a todos e por aí vai. Mas esses são pontos negativos. existem os positivos. por exemplo, ela tem liberdade re fazer o que quiser, até lançar dois discos de uma vez e aramar shows com ultra-mega-produções. É o preço. E, sinceramente, uma vez que já tá na dança acho que o programinha é o de menos…
      Quanto ás músicas dos Tribalistas, não acho tão más assim. Tudo bem que “já sei namorar” deu no saco e (descobri ontem) é um plágio de Sly and the Family Stone (uma banda de funk-soul). Mas, na verdade, os Tribalistas, as músicas deles são a mesma coisa que a Marisa, o Arnaldo e o Carlinhos Brown já estão fazendo há anos. Se você os discos individuais e reparam em quem faz a maioria das músicas, letras e tal, são sempre os três, e isso já há um bom tempo. Acho que os Tribalistas têm um caráter mais pop, mas isso não os desmerece.
      É isso.
      E como diriam o pessoal da banda citada aí em cima:
      “Pé em deus e fé na taba!”
      t+!

    • raulpereira 11:36 pm em 2 Agosto 2006 Link Permanente

      Fala gLaU, realmente esta caro (cd, dvd, …), muiiiiiito caro, mas será que era pra ser caro assim mesmo?? Não consigo entender como uma gravadora que tem uma mega estrutura e capital para investir bota um cd na loja para ser vendido a quase R$ 40.00, enquanto que o joaquim da esquina, mesmo pagando todos as taxas e impostos que vigoram no Brasil atualmente (e não são poucas) para sobreviver, cobra no máximo R$ 10.00 e ainda tem a possibilidade de vir recheado de faixas extras. Estranho não (?!), ainda mais se pensarmos que empresa grande tem vários subsídios e regalias do governo, caso ela faça, por exemplo, algum investimento filantrópico. Fica a pergunta: O preço esta justo atualmente?? … (?!)

      Tarso, realmente é uma escolha do artista, mas com o que temos hoje será que já não é hora de sair dessas amarras que a indústria fonográfica oferece?? Gilberto Gil, Gerador Zero, dentre outros, estão disponibilizando canções sob o creative commons, Lobão lança cd na banca de jornal, será que gravadora não tinha que ser o que seu nome sugere, apenas gravar?? … (?!)

      A respeito do “programinha” camarada, discordo ser o de menos, é d+, é aceitar ou compactuar com uma coisa que temos direito e estão tirando na mão grande. Escroto, extremamente escroto, estão impondo que use um software para escutar, estão instalando um software independente se aceita ou não e não garantem que este software pode trazer aberturas para possíveis brechas de segurança e o pior agente tem que concordar e ficar feliz, da não camarada. Novamente: não é assim que irão inibir a pirataria.

      E finalmente a fase tribalistas, realmente tens razão no que diz respeito ao desmerecimento, não foi esse meu intuito de forma alguma, mas particularmente acho chato, extremamente chato, quase que toda a obra (tribalistas) criada pelo trio, como falei no post acima, “salvando algumas raras canções”, de resto é que nem a música “Bem Que Se Quis” … chaaaaaato … mas vale ressaltar que ser chato não quer dizer que a música seja ruim, pelo contrário, acho música clássica um saco também, mas reconheço que seja uma boa música, somente não tenho paciente de escutar … :)

      Vlw galera … forte []’s.

  • raulpereira 11:00 pm em 26 May 2006 Link Permanente | Responder  

    resenha: stadium arcadium – rhcp 

    stadium arcadium por rhcpNascido na Califórnia em 1983, Red Hot Chili Peppers conseguiu ao longo de sua carreira “patentear” um estilo de som que mistura rock, funk, hip-hop e rap. Faturando com seu novo trabalho o topo das paradas da Billboard pela primeira vez.

    Stadium Arcadium, é um álbum duplo composto por 28 faixas e possui uma produção impecável que eu particularmente não via faz tempo em bandas de rock.

    A impressão que tive após escutar algumas vezes o álbum, foi que eles mesclaram bem a fase antiga com a mais recente, mas como não sou fã e tenho como parametro de comparação somente as músicas tocadas em rádio, não vou me atrever a fazer comparativos com fases anteriores da banda. Por isso, somente vou me ater a este último trabalho.

    “mas e daí !? é bom ou não é?”

    É criativo, é inovador, mas ao mesmo tempo não deixa de ser “repetitivo”, ou seja, não deixa de ser pop em nenhum momento, tendo sempre aquele refrão pegajoso, que cisma em grudar no ouvido. Sobre os arranjos, temos um baixo preciso e cativante do Flea, afinal o cara possui a fama de melhor baixista mundial não é atoa, Frusciante perfeito nos solos de guitarra e esbanjando muito groove na base, vocal de Anthony Kiedis e a batera de Chad Smith também excepcionais, junta isso tudo no mesmo saco e resulta em uma união muito agradável de escutar. Destaco as músicas com maior mais ênfase no estilo funk, são elas: Hump De Bump, Torture Me, Tell Me Baby, Readymade e Turn It Again.

    Resumindo minha opinião sobre o álbum: considerei inovador, pois inevitavelmente acabo comparando com o que tenho em mente a respeito do RHCP, mas nem tanto, um mais do mesmo com gostinho de novo, seria a definição. Recomendo mesmo assim para as pessoas que curtem um som com pegada bem groove e parabenizo a banda por ter conseguido fazer um cd duplo com composições inéditas ter cara de top hit de rádio, o que acredito não ser fácil. Meu saldo final …

    “um disco BOM, mas não é mais que isso”

    Enfim, é isso galera … []’s.

    ao som de: “Turn It Again” – Red Hot Chili Peppers

     
    • tarso 11:39 am em 28 Maio 2006 Link Permanente

      Acho que o melhor do Red Hot já rolou…
      Sei lá, tenho a impressão de um lance tipo “tem que fazer? Vamo lá fazer então…” Não que isso impleque em falta de qualidade, mas acho que de novidade.
      É isso.
      T+!

    • raulpereira 2:26 pm em 28 Maio 2006 Link Permanente

      Grande tarso!!

      Tem um fator que pode gerar essa impressão tarso, o estilo proposto por eles ser muito amarrado e acabar enjaulando toda e qualquer "novidade" que venha surgir.

      Valeu camarada, ha sim!! parada do filme hein? …. :/ … vamos ver se marcamos algo, mas desta vez sem muita "compromisso", ve se liga!! … []'s

c
escrever novo post
j
próxima postagem/ próximo comentário
k
postagem anterior/comentário anterior
r
responder
e
editar
o
mostrar/esconder comentários
t
voltar ao topo
l
vá para login
h
show/hide help
esc
cancelar